segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Todo amor pra você
Poderia repetir para o resto da vida
E ainda assim Teria vontade
De Falar novamente.
Sabes que não é
Poder! E sim querer.
Se sabes por que não acaba com esta
Vontade minha de ti ter?
A vida é curta
E talvez seja tarde de mais a nossa
Tão esperada ceia
Hoje estamos aqui
Amanha ninguém sabe;
Você pode esta no Japão
Ou eu no Alasca
Este é nosso presente
E não podemos muda o passado
Que resultou neste presente
Mas podemos planejar um futuro
Bem melhor do que sonhamos!
Só depende de você
Pois o sentimento puro
Vem de Deus e ele nunca muda.
sem nome
A cada cerveja uma pessoa.
A cada pessoa um desejo.
A cada desejo uma mentira.
A cada mentira uma peça de roupa.
E a cada peça de roupa uma Mão para despi-la.
E assim vivemos sem dó nem compaixão,
Sempre batendo e nunca apanhando.
Somos feitos de mel com o sabor de puro fel,
Somos o puro desejo da carne
Proporcionamos felicidades temporárias
E mascamos os corações enjaulados e despedaçados,
Pelos nossos caprichos e orgulhos,
Temos áurea em nossos corpos, mas temos
Rabos e chifres em nossos corações.
E que siga nossas vidas neste poço de maldades
E escuridão
Mas sabendo que no final encontraremos
Solidão.
Só não esqueça. você é tão podre quanto eu!
A cada pessoa um desejo.
A cada desejo uma mentira.
A cada mentira uma peça de roupa.
E a cada peça de roupa uma Mão para despi-la.
E assim vivemos sem dó nem compaixão,
Sempre batendo e nunca apanhando.
Somos feitos de mel com o sabor de puro fel,
Somos o puro desejo da carne
Proporcionamos felicidades temporárias
E mascamos os corações enjaulados e despedaçados,
Pelos nossos caprichos e orgulhos,
Temos áurea em nossos corpos, mas temos
Rabos e chifres em nossos corações.
E que siga nossas vidas neste poço de maldades
E escuridão
Mas sabendo que no final encontraremos
Solidão.
Só não esqueça. você é tão podre quanto eu!
Vaidades
Em alguns segundos de versos consigo me torna uma
Pessoa extraordinária
Mas em uma eternidade de palavras, gestos, atitudes e demonstrações
Eu não conseguiria ti convencer a estar aqui.
Pessoas dizem que nosso tempo passou,
Mas na verdade ele nem existiu.
Amamos-nos como ninguém mais poderia
Mas na hora exata quando deveríamos chegar
Atrasamos-nos e fomos desordenadamente
Perdemos o barco que iria da no porto seguro do amor incondicional
Agora somos reféns dos sentimentos inexplorados
Deixados de lado por pura vaidade que se escondia atrás dos medos
E das incertezas populares.
E continua este espinho em nosso peito.
E viveremos sempre assim você sempre a cala e eu
Sempre a fugi (em uma eterna aliança.)
E viveremos sempre assim dominados pelo orgulho
Que nos destrói a cada segundo de palavras, gestos, atitudes e demonstrações!
Pessoa extraordinária
Mas em uma eternidade de palavras, gestos, atitudes e demonstrações
Eu não conseguiria ti convencer a estar aqui.
Pessoas dizem que nosso tempo passou,
Mas na verdade ele nem existiu.
Amamos-nos como ninguém mais poderia
Mas na hora exata quando deveríamos chegar
Atrasamos-nos e fomos desordenadamente
Perdemos o barco que iria da no porto seguro do amor incondicional
Agora somos reféns dos sentimentos inexplorados
Deixados de lado por pura vaidade que se escondia atrás dos medos
E das incertezas populares.
E continua este espinho em nosso peito.
E viveremos sempre assim você sempre a cala e eu
Sempre a fugi (em uma eterna aliança.)
E viveremos sempre assim dominados pelo orgulho
Que nos destrói a cada segundo de palavras, gestos, atitudes e demonstrações!
Da minha vida
E vivi como o mesmo. Sem grandes, feitos, contos, ou historias. E me sentir cada dia mais inútil dentro de uma métrica breve cujo nos foi destinada.
A cada casa, cada rua, esquinas, bares, em cada espelho que me vejo, me entristece observa em minha barba quantos natais já se foram, e por trás da mesma ver um universo condenado a morte sem direito de defesa pelo o tempo e um tal equilíbrio.
E vivi carregando toda angustia, dor, desolação, todas as interrogações, e complicações, que procurei esbarrar no caminho. Chego às vezes a me arrependo de ter procurado tantas respostas que no final encontrei perguntas e perguntas e angustias.
Talvez pudesse apenas viver, sem me perguntar e sem querer saber, o que ainda não sei, dos por quês do universo sem me importa com tamanhas complexidades embutidas dentro do ciclo mortal dos seres humanos.
De tanto caminha entrei em caminhos Tortos, Vaguei por becos, ruas, vielas, trechos e escuros,
Cheguei onde ninguém, mas podia chegar e tudo ficou Preto, e tudo ficou seco, e tudo ficou e ficou e ficou.
E assim quando mais tarde me percebi, já era tempo de colher não de plantar, no tempo da chuva, viajei em busca do que não trouxe e voltei agora, na seca das oportunidades. Eu que esperava voltar pisando sobre a carne seca o que tenho ao meu favor?
Apenas um vago conhecimento que de nada me valera, textos que ninguém irar ler, musicas que ninguém ouvira, espetáculos que só meus olhos prestigiarão. E ainda a me ver no espelho tentando repara marcas profundas. Cai sobre meu ser tamanha reflexão:
Da infância restaram apenas lembranças guardadas nas pedras das ruas onde trafeguei e que me lembro com tamanha felicidade na face o quanto fui feliz quando era menos sábio, dos meus sonhos restaram apenas tristes ilusões que ate hoje me dói n’alma, das doutrinas por onde percorri as grandes interrogações tomaram meu sono, do conhecimento que recebi restaram todas as ilusões, tristezas, perguntas e angustia. Da minha vida restou apenas o que vou deixar textos, musicas, e espetáculos, que uma mente desiludida, triste e angustiada poderia vingar!
A cada casa, cada rua, esquinas, bares, em cada espelho que me vejo, me entristece observa em minha barba quantos natais já se foram, e por trás da mesma ver um universo condenado a morte sem direito de defesa pelo o tempo e um tal equilíbrio.
E vivi carregando toda angustia, dor, desolação, todas as interrogações, e complicações, que procurei esbarrar no caminho. Chego às vezes a me arrependo de ter procurado tantas respostas que no final encontrei perguntas e perguntas e angustias.
Talvez pudesse apenas viver, sem me perguntar e sem querer saber, o que ainda não sei, dos por quês do universo sem me importa com tamanhas complexidades embutidas dentro do ciclo mortal dos seres humanos.
De tanto caminha entrei em caminhos Tortos, Vaguei por becos, ruas, vielas, trechos e escuros,
Cheguei onde ninguém, mas podia chegar e tudo ficou Preto, e tudo ficou seco, e tudo ficou e ficou e ficou.
E assim quando mais tarde me percebi, já era tempo de colher não de plantar, no tempo da chuva, viajei em busca do que não trouxe e voltei agora, na seca das oportunidades. Eu que esperava voltar pisando sobre a carne seca o que tenho ao meu favor?
Apenas um vago conhecimento que de nada me valera, textos que ninguém irar ler, musicas que ninguém ouvira, espetáculos que só meus olhos prestigiarão. E ainda a me ver no espelho tentando repara marcas profundas. Cai sobre meu ser tamanha reflexão:
Da infância restaram apenas lembranças guardadas nas pedras das ruas onde trafeguei e que me lembro com tamanha felicidade na face o quanto fui feliz quando era menos sábio, dos meus sonhos restaram apenas tristes ilusões que ate hoje me dói n’alma, das doutrinas por onde percorri as grandes interrogações tomaram meu sono, do conhecimento que recebi restaram todas as ilusões, tristezas, perguntas e angustia. Da minha vida restou apenas o que vou deixar textos, musicas, e espetáculos, que uma mente desiludida, triste e angustiada poderia vingar!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Dor do amor
Estranhei quando o céu se abriu.
Vir cair sobre mim o irremediável transparecer das coisas belas
Atingindo-me bem forte o peito, uma única dor que perdura ate hoje.
Apesar de anunciada, não esperava que viesses agora
Pegando-me bobo, de surpresa.
Uma emboscada perfeita.
Estranhou quando por medo, afastei-me, oh horrível dor
Quando Por desconfiança enfiei-me na caverna da minha eloquência
Deixado-ti preocupada, desconfiada confusa. Chateada.
Mas como não fazer o que fiz?
Se minha sombra dentro das intermináveis noites amedronta-me com teu parecer?
Se ao cair dos céus viestes em um embrulho negro?
Não ti pedir mais chegou e fui me envolvendo com teu dedilhado,
Fui me adaptando a viver com tamanho tormento,
E confesso que “não posso mais”.
E foi justamente no escuro da caverna da eloquência
Que pude perceber que sentia faltar de me doer
E “não posso mais” viver sem sofrer.
Oh, Dor
Hoje sei,
Vieste na hora ideal.
Poeta-mundo
Se não existisse dor não haveria amor
E sem amor não teria poesias
E sem poesia ninguém viveu
Com a sede que me trás vem também os delírios
Que são revertidos em palavras
Palavras que mostram em quantas partes o coração esta quebrado
A áurea que nos envolve é a mesma que
Trás o equilíbrio, poeta-mundo
Pois todos vivem em um, que esta em um.
Mundo Criado por suas projeções fracassadas
E seu mundo o permite viver seus sonhos
Onde cabe somente a ele viver ou morrer.
Depois de você o que sou?
Não me importa de onde vens
Nem mesmo aonde quer chegar
O que busco todos teme ao dizer.
Quando dizem.
Sou feito para isto
Venho do pecado, do medo, do escuro e noites mortas,
Venho das cinzas esquecidas
E que o tempo não desfez
Não temo o teu jeito, nem teus sonhos;
As tuas feridas em mim cicatrizaram,
Os teus pesadelos não sonho mais,
E dos teus medos já não tenho temor
Ainda me vejo em passos,
Deixando rastro e o vento apagando
Passo todas as horas do dia e turnos
Ti esperando e quando me chega traz indiferença?
Não me importa de onde vens
Mas agora me importa sabe
Aonde quer chegar, pois já ti sinto
Como sinto a fúria do medo.
O medo das entrelinhas
Espalhadas em todo teu corpo
O medo dos sentimentos escuso
E espalhafatosos que me condenam.
Quem sou eu? De onde vêm minhas origens?
Cadê minhas ideologias? Tudo que acreditei?
Você quebrou minhas métricas.
Acertou-me em cheio a língua. Tão profana.
Alguém me chama e quem será?
De onde vem isto tão desconhecido?
Seria do absurdo desejo?
Seria aquilo que eu espero já faz um ano?
Seria da morte que tanto te apavora?
Seria você?
Quem despertou em mim tamanha curiosidade?
Isto já não me importa,
Por que agora quero saber de onde vem,
Preciso saber aonde quer chegar.
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