sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Veneno engolido

Quis falar mais calei diante da ordem que foi dada.
Ouvir, insultos, calunias, mentiras, e de bobo fiz-me
Tentei e cumprir com louvor, o que foi me designado,
Mas sair com um osso entalado na garganta. Meu ego ferido.

Vir preso meu direito de resposta
E tanto desaforo, que sempre deixei marcado
Nos peitos dos que me desafiam, Ficaram detidos.
Fazendo as mentiras do torto, verdades.

Insuportável foi deixar calar, Sendo que o silencio
Me roubou a paz todo o dia.
As palavras infames, e as asneiras, pronunciada
Pelo porta voz do individualismo

Atingiram o holofote da formação das minhas idéias.

Vi ferido a minha postura, minha ética, minha moral
E com isto dormi tendo que engolir
O amargo veneno da resposta que não pude dar,
Para não desfazer as aparências mantidas por todos.

Ferido esta minha consciência
Mas não por muito, vou atrás e dar-lhe-ei
As respostas que por muito engolir.
Salve-se quem puder, pois o veneno e o fel estão sendo fermentados.

E assim quando mais tarde
Justamente quando estiverem dormindo
Soltarei o grito da resposta presa
O grito do horror, que a muitos assustara.

Salve-se quem puder, pois o veneno e o fel estão sendo fermentados.

2 comentários:

  1. "As palavras infames, e as asneiras, pronunciada
    Pelo porta voz do individualismo..."

    Acho que sei de quem está falando... hehehe!

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  2. HAHAHA...mas nao diga nada a ninguem..ninguem sabe nem sabera!...kkk

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